O escorbuto é uma das mais antigas doenças conhecidas da humanidade. Existem evidências da sua existência no Antigo Testamento, nos papiros de Ebers e na escrita de Plínio. Durante a Idade Média, o escorbuto era endémico no norte da Europa e no final do sec. XVII tornou-se um problema grave entre os marinheiros nas longas viagens de exploração.

         

 

Cerca de 400 a.C. Hipócrates descreve os sintomas do escorbuto.

 


1747 - O médico naval James Lind receita laranjas e limões como uma cura para o escorbuto.

 


1907 - O escorbuto é produzido experimentalmente em porcos-da-india por Holst e Frohlich.

 


1917 - Bioensaio desenvolvido por Chick e Hume para determinar as propriedades anti-escorbúticas dos alimentos.

 


1930 - Dr. Albert Szent-Györgyi demonstra que o ácido hexurónico que ele isolou inicialmente das glândulas supra-renais dos porcos em 1928 é idêntico à vitamina C, a qual ele extrai em grandes quantidades de pimentões doces.

 


1932 - Os esforços independentes de Sir Norman Haworth e do Dr. Glen King estabelecem a estrutura química da vitamina C.

 


1932 - A relação entre a vitamina C e o fator anti-escorbútico é descoberta por Szent-Györgyi e ao mesmo tempo por King e Waugh.

 


1933 - Em Basileia, o Dr.Tadeusz Reichstein sintetiza um ácido ascórbico idêntico à vitamina C natural. Este é o primeiro passo em direção à produção industrial da vitamina c em 1936.

 


1937 - Haworth e Szent-Györgyi recebe o prémio Nobel para a sua investigação sobre a vitamina C.

 


1970 - O Professor Linus Pauling chama a atenção mundial com o seu best-seller controverso “A vitamina C e a constipação”.

 


1975-79 - Estudos experimentais in vitro ilustram as propriedades antioxidantes e de extinção do oxigénio singleto da vitamina C.

 


1979 - Packer e os seus colaboradores observam a interação de radicais livres da vitamina E e da vitamina C.

 


1982 - Niki demonstra a regeneração da vitamina E pela vitamina C.

 


1985 - As necessidades mundiais de vitamina C estão estimadas em 30.000- 35.000 toneladas por ano.

 


1988 - O Instituto Nacional do Cancro (EUA) reconhece a relação inversa entre a ingestão da vitamina C e as várias formas de cancro e emite indicações para o aumento da vitamina C na dieta.

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